quarta-feira, 7 de março de 2018

Serra da Estrela 18

Há uns dias atrás, pegou-se no carro e fomos até à Serra da Estrela. 
A viagem foi bastante desoladora, principalmente porque a vista não foi assim tão agradável. Depois de Montemor-o-Velho, via A14, toda a área verde estava cinzenta, isto até Seia, onde nem a Serra, na subida até à Torre escapou. 


 Passámos primeiro pela Barragem da Aguieira e depois voltámos para o IC6 em direção a Oliveira do Hospital e Seia, onde almoçámos antes de começarmos a viagem para a Torre.




 Almoço em Seia, com muito frio e um casal à mistura. :)



Câmara Municipal de Seia



A aldeia mais alta de Portugal - o Sabugueiro



Nós na Lagoa Comprida.

Muito, mas mesmo muito congelante.




Torre


O centro comercial com produtos da região.

De referir que encontrámos um senhor bastante simpático, que praticamente nos encheu de enchidos e queijo. E ainda nos deu um tinto a provar, mas aí eu estranhei. 



Muito vento, muito gelo e -7.


Conseguimos ficar uns 15 minutos cá fora.






Mal conseguia abrir os olhos tal não era o frio.


À vinda, passámos por Avô.


Arroz de bacalhau à minha moda

Ingredientes:
Bacalhau q.b.
azeite q.b.
2 dentes de alho
ervilhas
2 cenouras médias
sal q.b.
50 gr chouriça (com pouca gordura), cortada aos pedaços

Numa panela, colocar o azeite, dentes de alho cortados, ervilhas e cenouras cortadas aos cubinhos e deixar refogar, durante alguns minutos. Colocar água quente de forma a que coza as ervilhas e a cenoura. Deixar cozer. À parte, colocar as postas de bacalhau a cozer e depois de cozido, deixar esfriar para desfiar. Reserve a água da cozedura. Entretanto veja como estão as ervilhas e cenouras. Coloque arroz para quatro pessoas e adicione a água que reservou do bacalhau para cozer o arroz. Adicione também uma pitada de sal ao gosto. Por fim, adicione o bacalhau desfiado e a chouriça. Deixe apurar. 
Dica, se a água do bacalhau secar rapidamente, colocar sempre água quente para não deixar o arroz agarrar. Deve desligar o fogão enquanto ainda tenha algum caldo e depois deixe repousar uns 5 minutos.

Uma questão de confiança de Deb Stover


Primeiro romance traduzido por mim, da norte-americana  e premiada, Deb Stover. Contem conteúdo para adultos. 

Excerto


Gordon fechou a porta e caminhou cambaleando para a cama.
Ele queria perdoar Taylor. Desesperadamente! Mas não podia confiar nela. Se se permitisse confiar, saberia que ela ficaria com o poder de o magoar novamente. Independentemente de tudo, ele não poderia mais dar-lhe esse poder.
O chão rangeu logo após a porta de Gordon, e ele prendeu a respiração quando a maçaneta da porta se virou. O chão rangeu bem por trás da porta do quarto de Gordon e ele susteve a sua respiração à medida em que a maçaneta da porta ia rodando. O seu coração acelerou de tal forma e ele queria desesperadamente chamar por ela.
A porta abriu devagarinho e Taylor apareceu como um vulto iluminado pela luz da lareira.
"Meu Deus!" pensou ele. O seu olhar percorreu todo o seu corpo, saboreando cada centímetro de cada perna nua…O seu corpo brotou para a vida mesmo que a sua boca tenha começado a dizer as palavras: "Taylor, não..."
"Tenho estado deitado e acordado e não consigo parar de me lembrar." Ela foi até à sua cama descalça. "Olha para mim, Gordon." disse Taylor.
Ele abriu as pestanas e deparou-se com o seu olhar. Algo brilhante, caloroso e perigoso queimava dentro dos olhos dela. "Sabes..." disse.
Ela colocou o seu joelho na cama e acarinhou-o, colocando a mão gentilmente na sua cara, depois colocou o outro joelho na sua cama e agarrou a cara dele com as suas mãos. "Apenas sei de uma coisa..." sussurrou, encostando cada vez mais a sua boca à dele.Gordon fechou a porta e caminhou cambaleando para a cama.
Ele queria perdoar Taylor. Desesperadamente! Mas não podia confiar nela. Se se permitisse confiar, saberia que ela ficaria com o poder de o magoar novamente. Independentemente de tudo, ele não poderia mais dar-lhe esse poder.
O chão rangeu logo após a porta de Gordon, e ele prendeu a respiração quando a maçaneta da porta se virou. O chão rangeu bem por trás da porta do quarto de Gordon e ele susteve a sua respiração à medida em que a maçaneta da porta ia rodando. O seu coração acelerou de tal forma e ele queria desesperadamente chamar por ela.
A porta abriu devagarinho e Taylor apareceu como um vulto iluminado pela luz da lareira.
"Meu Deus!" pensou ele. O seu olhar percorreu todo o seu corpo, saboreando cada centímetro de cada perna nua…O seu corpo brotou para a vida mesmo que a sua boca tenha começado a dizer as palavras: "Taylor, não..."
"Tenho estado deitado e acordado e não consigo parar de me lembrar." Ela foi até à sua cama descalça. "Olha para mim, Gordon." disse Taylor.
Ele abriu as pestanas e deparou-se com o seu olhar. Algo brilhante, caloroso e perigoso queimava dentro dos olhos dela. "Sabes..." disse.
Ela colocou o seu joelho na cama e acarinhou-o, colocando a mão gentilmente na sua cara, depois colocou o outro joelho na sua cama e agarrou a cara dele com as suas mãos. "Apenas sei de uma coisa..." sussurrou, encostando cada vez mais a sua boca à dele.