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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Vaga de assaltos nas freguesias da zona norte do Concelho da Figueira

Tendo em conta ser um tema muito sensível, mas que de certa maneira influencia em muito o modo de vida das pessoas que por ele são afetadas, irei tentar mostrar o porquê do aumento da atividade criminosa por estas bandas. Não que já não seja sabida por muita gente, e toda a gente sabe os porquês, mas como saber lidar com as situações é que é a grande dor de cabeça.
Mas remontemos aos fatos, às causas que levam a este aumento e aos modus operandi cada vez mais violentos na perpetuação destes crimes.

No último ano tem-se registado (falo da freguesia a que pertenço) a um aumento considerável de crimes de vários tipos:

  • pessoas idosas, que são enganadas ou desviada a sua atenção, para fora da sua habitação e cujo segundo individuo entra e rouba (ouro ou outros objectos de valor);
  • pessoas que são abordadas em plena luz do dia, quando caminham na via pública, e são roubadas por esticão;
  • casas assaltadas durante a madrugada, especialmente quando não se encontra ninguém presente na mesma;
  • constante roubo de cabos de cobre, que continua aos anos;
  • roubo de cofre, com recurso a carrinha, das bombas de gasolina e com ameaça de arma;
  • nova vaga de roubo de gasóleo a máquinas;
  • abalroamento, invasão de propriedade, danificação de material, roubo de produtos e/ou outros;
Estes são os que tenho tido conhecimento. 
Todos nós sabemos o porquê de a taxa de crimes ter aumentado. Deixo aqui o porquê das causas, na minha opinião:
  • Extinção do posto da GNR de Maiorca;
  • Não-existência de posto de GNR em Alhadas (freguesia atualmente e desde sempre bastante problemática, tendo sido considerada, em anos anteriores, o centro de abastecimento da Figueira (cidade) de droga;
  • Reduzido nº efetivos da GNR de Quiaios (cujo posto fica a cerca de 14 km (+/-) da freguesia das Alhadas e a talvez uns 20(+/-) de Maiorca;
  • Indivíduos que se encontram em debilidade sócio-económica;
  • Indivíduos que se encontram em abuso de substâncias dependentes (droga);
  • Outros indivíduos que, não se encontram inseridos na sociedade e abastecem determinadas zonas;
  • Manutenção de um controlo da zona em termos de "máfia"; Relembro que deixaram de existir, por algum motivo, as frequentes rusgas ao bairro social, zona de maior afluência de venda de droga e outros;
Com isto, surgem as consequências óbvias:

  1. pessoas vivem em constante medo e sobressalto;
  2. muito idosos deixaram de sair à rua, perdendo a sua liberdade social;
  3. muitas pessoas deixaram até de praticar desporto (as tais caminhadas) sob pena de lhes acontecer alguma coisa mais gravosa;
  4. muitas pessoas deixaram e deixam de sair à rua, com medo de que lhes furtem as suas habitações, se souberem que não estão por perto;
  5. perda de liberdade de expressão, porque sabemos para onde se dirigem e para que servem os objectos roubados, contudo não nos podemos manifestar sob pena de, ou nos chamarem xenófobos ou de levarmos um tiro nos cornos;
  6. constante perda de direitos declarados na Constituição Portuguesa e na Declaração dos Direitos do Homem (liberdade de expressão, direito à propriedade privada (cada vez mais querem torná-la pública), de pensamento, de igualdade perante a lei, de proteção, etc)
  7. Entre outras,...
Neste sentido, seria razoável, por parte da população, exigir aos seus representantes autárquicos, uma melhoria na questão da segurança, principalmente na zona norte do Concelho da Figueira da Foz e/ou Ministério da Administração Interna, responsável pela gestão das forças policiais. São estes senhores que detém o poder para efetivar medidas de melhoria nesta questão.


Referências:

  • Constituição Portuguesa:

Artigo 13º, “1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. (…) 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.”

Artigo 27º“1. Todos têm direito à liberdade e à segurança. (…) 2. Ninguém pode ser total ou parcialmente privado da liberdade (…).”

Artigo 37º“1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações. 2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.”

Artigo 66º“Todos têm direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender.”

Artigo 88º, “Incumbe prioritariamente ao Estado no âmbito económico e social: a) Promover o aumento do bem-estar social e económico e da qualidade de vida das pessoas, em especial das mais desfavorecidas, no quadro de uma estratégia de desenvolvimento sustentável; b) Promover a justiça social, assegurar a igualdade de oportunidades e operar as necessárias correcções das desigualdades na distribuição da riqueza e do rendimento, nomeadamente através da política fiscal;



segunda-feira, 25 de junho de 2018

Onde anda o S. João dos martelos da Figueira?

Onde anda o S. João dos martelos da Figueira?

Há muito que se vê um declínio no S. João da Figueira da Foz. Ora este ano, esteve uma excelente enchente em termos de pessoas, dado que calhou ao fim de semana e também porque o tempo estava excelente, exceto na própria noite, em que o São Pedro resolveu brindar-nos com uma enorme massa de nevoeiro, que até impossibilitou a visualização do já tão esperado fogo de artificio, como podem visualizar pelo video (em time lapse) abaixo:


Em termos de marchas, este ano contou-se apenas com 3 do concelho, algo a repensar pela autarquia (ou então não querem mesmo repensar), já que me parece que apostam mais nas escolas de samba para o Carnaval do que propriamente para uma tradição que já tem anos. Até o desporto recebe mais por cabeça, sendo que em termos turísticos não tem quase nenhum impacto. Pesos diferentes? Bom, fica um pouco essa ideia no ar. Outro reparo que acho que todos fizeram foi a pequeníssima feira (que deixou de ser tradicional) do S.João. Meia dúzia de carroceis, 2 barracas de farturas e churros, um algodão doce e pipocas e uma banca de bolos tradicionais. Se o objetivo era dar o exclusivo ao comércio da parte de cima (zona da esplanada, Bairro Novo e Jet Set), conseguiram. Se não o era, então é incompreensível como uma feira que ocupava um parque de estacionamento inteiro se resume este ano a meia dúzia de metros ocupados e onde para bebermos uma simples bebida, tivemos de nos deslocar da feira para a esplanada, porque as filas nas barracas das farturas eram incomportáveis. Não sei se existiram as fogueiras mas é algo que já me passa ao lado. Nem vou falar dos djs...apenas dizer que foi mais do mesmo?!?!? Herman José: não vi! Não tive qualquer interesse em ver. Não é que desgoste do Herman. Sempre tive imenso respeito e admiração por ele, mas em noite de S.João, bem...há quem tenha ido e gostado provavelmente! Este ano o programa foi tudo menos atrativo. Não me desloquei para ver qualquer artista. A Feiras das freguesias, que foi mudada de lugar, teve o azar de levar com vendaval de vento (mais do mesmo) e nem se entende bem a mudança, quando haveria ainda o pavilhão multiusos em pé no parque das Gaivotas. Para quando um local fechado e que abrigue este tipo de eventos, que são prejudicados por força das condições climatéricas adversas? O Turil continua às moscas, certo? Não seria de reaproveitar o espaço? Questão que fica no ar! 
De resto, em termos de estacionamento foi uma selvajaria total, que até meteu dó. Carros até estacionados em cima da relva arranjada. Mau demais! 
Tenho pena de não conseguir ter qualquer ponto positivo a apontar a este S. João de 2018, na perspectiva de residente local. A única coisa que salvou a noite foi ter jantado fora com família e amigos, pois de resto, não teria saído de casa.
Lembro-me que no ano passado ainda fui ver um ou outro concerto, por ter interesse, acrescentando a tradicional noitada com o fogo. 
Pergunto-me se o real S. João da Figueira deixou de ter interesse para os autarcas figueirenses. Este ano parece que sim!





terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Orçamento participativo - uma opinião

Acabou no último dia a 3ª edição do Orçamento Participativo da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Como sabem, estive diretamente envolvida na promoção direta, assim como na angariação de votantes do Projeto Espaço verde - Boomerang, cujo mentor e coordenador é o senhor Constantino Rodrigues.

Como sabem, ganhámos, com muito trabalho e muitas horas de sono perdidas, a votação, com um projeto concorrente que abrangia as freguesias de Moinhos da Gândara e Ferreira-a-Nova. A votação foi bastante renhida, com ambas as partes a lutarem constantemente por se manterem na frente da votação e foram surgindo várias questões e situações menos graciosas para a própria votação.

Não irei mencionar, já que não quero criar qualquer tipo de polémica, no entanto apenas posso afirmar que estes processos devem sempre ter pessoas sérias a trabalhar para os mesmos e que não informem as pessoas de situações que não são possíveis.

Relativamente ao processo em si, há que ressaltar o seguinte: estes projetos só podem ser apresentados por pessoas em nome individual e não em nome de instituições públicas, como por exemplo, as juntas de freguesia. Tive conhecimento de que existiram pessoas que não quiseram dar o seu voto por pensarem que esta iniciativa estava ligada à Junta de Freguesia, o que de fato nunca foi verdade. A Junta de Freguesia apenas está incumbida de prestar esclarecimentos e apoio tecnológico para os munícipes que pretendam realizar a sua votação em prol do projeto em que pretendem votar. Portanto, todas aquelas pessoas que não votaram, nesta freguesia, baseadas nesta ideia, acabaram por perder a sua razão, quando pensam sem conhecimento.

Também ouvi dizer que alguns se negaram porque o projeto era para as Alhadas (centro) e não para a sua localidade. Relativamente a isso, cada um tem direito à sua opinião. No entanto, contraponho com o seguinte e já abordando outras criticas baseadas em pessoas que expressaram o seu desagrado com a pessoa que esteve e está à frente do projeto: devemos pensar que este processo é uma verba oferecida pela CMFF e que nada tem haver com as atribuições da Junta de Freguesia, logo, ao vir esta verba para as nossas gentes, sem a intervenção da entidade referida anteriormente, é de louvar e de APROVEITAR. Como disse na página do Boomerang, é um projeto que serve as gerações presentes e futuras e só temos de nos unir para melhorar o que há para melhorar. Muitas pessoas podem não ter visto, à primeira, a importância deste projeto para a nossa freguesia, mas também devem separar as águas, principalmente quando não estão bem informados sobre o que realmente é o Orçamento Participativo.

Sei que muitas pessoas da nossa freguesia desconheciam totalmente esta iniciativa da CMFF, que já vai na sua terceira edição, talvez por não existir uma divulgação nos meios suficientes ou porque as pessoas vêem e pensam que se trata de politica e logo à partida, perdem o interesse. Mas realmente esta é uma das formas que permitem a intervenção direta dos cidadãos na vida da sua freguesia, sem existir apelo a cores politicas. Portanto, devemos passar esta ideia para que todos compreendam o que significa esta medida da CMFF, que é de facto uma boa iniciativa, também existente já em outros municípios do País e até realizada pelo próprio Estado português (OPP). (Este ano parece estar sem efeito?!?!?!?)

Sei que existe ainda muito por arranjar e melhorar em toda a freguesia das Alhadas, mas temos de ter calma e ir mostrando às pessoas que estão à frente da instituição que trabalha todos os dias em prol da nossa terra, os problemas que por cá existem. Não basta falar, criticar. Tem de existir mais cidadania, mais intervenção das pessoas na vida desta terra. Falar todos falamos, mas se a informação não chega às pessoas corretas, aí sim nunca existirá sequer tentativa de melhoramentos.

Voltando ao orçamento participativo, gostaria ainda de tecer a minha opinião, baseada na experiência que tive, expressando alguns aspetos que, na minha opinião, são negativos e devem ser melhorados, caso as pessoas competentes assim o entendam.

A Câmara Municipal da Figueira da Foz, na pessoa do seu presidente, o Dr. João Ataíde, a quem tenho alta estima, deveria repensar a forma como é realizada a votação no OP. E deixo aqui as minhas razões: a maioria da população das vilas e aldeias que estão ao redor da cidade da Figueira da Foz é, infelizmente, pouco ou nada alfabetizada no que diz respeito a novas tecnologias (com isto quero dizer internet) bem como muitos nem sequer possuem uma ligação.

Ora, o processo por nós enveredado foi bastante complicado de gerir, dada toda a panóplia de passos que foram necessários para arranjar um simples voto.  Se existiu um enorme número de votantes dos dois projetos da zona norte, foi porque ambos trabalharam da mesma forma para conseguir números tão expressivos. Engane-se a pessoa que pense que os mais de 5000 votantes deste OP foram na maioria por registo próprio. Claramente que não. Existiram equipas a trabalhar diariamente para a recolha de votos junto desta população, que não sabe votar online, nem tem os meios para isso.

Muitas pessoas perderam tempo pessoal e não tiveram ganhos pessoais com esta campanha.  Enganem-se as pessoas que comentam, pelos cantos, que vamos comer leitão ou fazer caldeiradas. Não! Não vamos! Mas ganhámos sim a sensação de dever cumprido e de vitória, cuja felicidade foi bem expressa no dia seguinte ao final da votação, pelas pessoas que fui encontrando pela rua.

Portanto, a minha critica construtiva vem no sentido de se puder alterar o processo de votação, cujo se poderá manter online, mas com outro tipo de verificação de dados (por ex. através de código via telemóvel). Isto permitirá centralizar processos, fazendo com que quem esteja realmente interessado em usar da sua cidadania, se desloque aos locais onde lhes é permitido fazer a mesma votação online, sejam eles Juntas de freguesias, Coletividades e Associações, amigos, familiares, etc.

Um pequeno pensamento: numa cidade com 62 125 (2011) habitantes 5732 votos?


Para terminar, acho lamentável que tenham sido atribuídos os valores aos projetos que apenas se limitaram a arranjar os 5 % de votos que necessitavam para obter a verba. Discordo totalmente desta situação, ainda para mais quando estes 5% se referem ao número de votantes da edição do OP do ano anterior. Ou seja, bastou fazer continhas e ficar à sombra da bananeira até ao final da votação. É claramente uma situação bastante injusta, nomeadamente para o projeto OP Norte que perdeu a votação e se esmerou de tal forma para a ganhar. É triste ver 75 000 euros serem atribuídos a dois projetos (cada) que pouco ou nada fizeram para conseguir o maior número de votos possíveis. Não tenho nada contra os projetos, mas realmente não acho nada justo este tipo de atribuição. Aliás até me parece ser algo vergonhoso, tendo em conta os números alcançados somente pelos dois projetos da zona norte. 

Não se compreende como os 5% correspondem ao número de votantes do ano anterior. Algo impensável até. As votações devem corresponder ao ano que decorre, nunca ao ano que já passou. Para além do mais, não havendo concorrentes (2 ou mais) das outras zonas, não se compreende como o único projeto candidato de cada circunscrição (no caso desta edição) não seja obrigado a travar a luta com os restantes projetos das outras zonas, sendo sim justo que tivessem de alcançar o mínimo de votação do número total da edição a que respeitam, cujo número até deveria ser aumentado para 10% ou mais. Estamos a falar de 300 mil euros (dinheiro dos contribuintes) e não de uns tostões.


É triste e lamentável olhar para os resultados e ver uma disparidade enorme de votos entre zona norte e os outros dois. 


Trata-se de dinheiro público e parece-me que está a ser atribuído de forma menos coerente nessas duas situações. Outra situação que me parece que deveria ser revista.


Espero que a Comissão Técnica tenha em atenção esta disparidade de números e de injustiça. Se não tiver, não contem mais com a minha participação no Orçamento Participativo, pelo menos nestes moldes que foram realizados este ano. É preciso equidade!


Fim!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Trump pega fogo no Médio Oriente

Ora, como andamos muito calminhos em termos de guerras (só existe a Siria e pelos vistos a coisa não pegou) e há toda uma indústria do armamento para movimentar, porque material parado não gera lucro, vamos lá então cumprir com uma promessa estúpida eleitoral e mudar o que até estava apaziguado. Este passo vem mexer com todo o processo de paz do Médio Oriente.
No entanto, também podemos questionar o porquê de os palestinianos levarem a sério uma declaração unilateral de um país que não tem nada que mexer com a sua soberania. Lá que na opinião de Trump, Jerusalém seja território israelita, opção dele. Agora isso não deveria ser tomado como algo importante para o processo. Até porque são as Nações Unidas que estão com o mesmo. Trump cedeu a interesses económicos claramente. Nunca o faria se não existissem contrapartidas para a sua administração e para (talvez) Israel. 
Resta saber quantas mais mortes irão ficar sob a sua alçada. Lembre-mo-nos ainda de que os ataques terroristas nos EUA são consequências das politicas e decisões unilaterais que certos presidentes republicanos tiveram ao longo dos seus anos de administração.
Preparem-se para um aumento no preço de barril do petróleo, se existir conflito.
Aí fica um video que explica as origens do conflito. Podem colocar legendas em português se verem diretamente no youtube.


sábado, 22 de julho de 2017

Tinder: porque sim ou porque não? Alguns factos


Factos sobre o Tinder:



- 99,9% dos utilizadores masculinos procuram apenas sexo;
- 0,01% procuram amizade e quiçá possibilidade de relações;
- normalmente encontram-se aqueles(as) que saem de relações falhadas e procuram parceiro/a para libertar te(n)sões;
- em termos de percentagens não sei, mas há aqueles(as) que são sinceros(as) e dizem logo o que querem, e há outros que ou não sabem o que querem ou dão paleio da treta para ir enganando quem está do outro lado com o objetivo de aumentar a sua masculinidade ou feminilidade que está quebrada por uma rutura de uma relação;
- quase todos pedem o perfil de facebook para: confirmarem que as fotos que vêem da pessoa que lhes interessa são verdadeiras e para facilitar a troca de imagens com conteúdo sexual (ou não);
- quem apenas pede a aplicação "Whatsapp" apenas quer queca, desculpem sexo. 😄
- a maioria que apenas pretende sexo, até pode tornar-se "amigo virtual" nas redes, mas se a pessoa não lhe interessar a não ser para sexo, nunca metem gostos nem comentários em publicações para não existir envolvimento senão fisico;
- a maioria usa fotos desatualizadas que já não demonstram o presente, por forma a cativar ou ludibriar o outro;
- Se apenas usam uma foto e não é de perfil é porque querem esconder algo;
- Quem coloca animais nas fotos tem quase sempre o objetivo de ludibriar as suas "presas";
- A maioria dos homens que se encontram com perfil encontram-se numa relação: muitos mentem;
- Pelas opiniões de usuários masculinos, as mulheres normalmente procuram gajos com trabalho fixo, que ganham bem e que se vestem bem;
- Alguns usuários têm a tendência a serem preconceituosos contra outros por causa da aparência física, deitando as suas frustrações em cima destes últimos por não terem tido sorte ou terem conseguido aquilo que quiseram, atacando as pessoas com quem fizeram match (absurdo);
- as conversas têm um registo normalmente semelhante ao MIRC: "Olá", "Tudo bem?", " De onde és?", passando logo para "O que fazes por aqui?", preterindo gostos e interesses em comum.
- Quem coloca apenas uma foto de perfil esconde algo;
- Quem coloca foto de perfil sem cara ou corpo esconde algo;
- A maioria tanto dos homens como das mulheres procuram alguém estável, situação que não tiveram na sua vida real;
- Pessoas bonitas e com corpo esbelto procuram pessoas da mesma estirpe física;
- As mulheres dão mais valor a homens sinceros e menos bonitos do que gajos bonitos, convencidos e mentirosos, quando querem uma relação;
- Muitas das mulheres inicialmente ligam mais ao aspeto físico do homem;
- Meninas de anúncios aproveitam para usarem a app para expandir o negócio (é verdade!)
- Muitos olham apenas para a questão monetária, excluindo imediatamente pessoas que dizem que estão desempregadas;
- Alguns usuários encontram-se sozinhos e sentem a necessidade de ter alguém com quem falar, estar, etc.
- em relação a outras aplicações, o mesmo é mais restrito na interação entre utilizadores (o que é excelente já que previne o abuso de utilizadores). Por exemplo, para que alguém possa meter conversa contigo, só o poderá fazer se essa pessoa fizer match com o teu perfil ou vice-versa. Noutras apps, essa vertente só existe se for paga, estando o usuário sujeito a que todos vejam o seu estado e metam conversa com ele.
- a maioria das conversas tornam-se desinteressantes para quem procura algo mais que sexo, sejam novas amizades ou relações sérias.

(em atualização constante)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A propósito da campanha publicitária "Figueira da Foz para todos"

A Figueira só será para todos quando se investir mais na criação de condições para o estabelecimento de empresas no concelho, de forma a fomentar a criação de novos postos de trabalho, com o objetivo de fixar as nossas gentes e de trazer nova população de fora para o concelho. E isso parte logo através do valor que é taxado a empresas que se querem fixar no parque industrial. Assim consegue-se fixar a massa cinzenta que aqui nasce. Relembro que toda uma geração (muitos dos que agora estão com 30-35 anos) estão fora por falta de emprego neste município e até na zona centro. Aliás as novas gerações também estão a seguir pelo mesmo caminho. E de certeza que não é isto que se pretende. Tudo acaba por se interligar depois: aposta na empregabilidade viável traz desenvolvimento sustentável, fixação de pessoas, maior transação de dinheiro, ainda mais empresas, mais turismo, mais satisfação, etc. A Figueira tem de deixar de ser o pólo turístico sazonal e começar a ser o pólo turístico anual. E em vez de se distanciar das cidades que já se encontram mais desenvolvidas ao redor (porque estão), no meu ponto de vista, tem sim de se unir ou tentar pelo menos, para em conjunto beneficiar a região desenvolvendo aspetos que possamos ter em comum: rotas turísticas de vários tipos (privilegiando o contato com a natureza, (serra, rio, mar, praia, lagoas), tradições, passado histórico, comida, sei lá....tanta coisa...estamos a perder tanto, quando podemos fazer muito mais e melhor.